19 DE ABRIL - DIA DO ÍNDIO
domingo, 24 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
A VELHINHA, A GALINHA E OS OVOS DE PÁSCOA
(Conto Lituano de Nijole Jankute- Tradução livre de Olga Prokopowit)
(Conto Lituano de Nijole Jankute- Tradução livre de Olga Prokopowit)
Numa pequena aldeia, havia uma pequena casa. Nesta casa morava uma velhinha. Ela criava uma galinha e um coelho. A galinha tinha seu ninho embaixo da escada e lá botava seus ovos. O coelho vivia solto pelo gramado que circundava a casa. A galinha cacarejava toda vez que botava um ovo, e a velhinha corria para recolher o ovo que a galinha botava e a alimentava com boa comida.
A velhinha gostava muito da carijó, que tinha a crista vermelha, as patinhas amarelas e as penas coloridas.. Gostava também do coelho, que tinha o lábio partido, as orelhas bem grandes e o pelo branco bem fofinho.
Certo dia, a velhinha escuta a galinha cacarejando tão alto e tão feliz: -- Botei, botei, botei! Até o coelho assustou-se e ficou com as orelhas em pé.
A velhinha desceu bem rápido os degraus da escada, abaixou-se e viu no ninho um ovo bem grande, com manchas multicoloridas. Era tão lindo que ela não cansou de admirá-lo.
Com muito cuidado pegou-o e levou-o para a cozinha. Ficou pensando o que faria com ele. Não podia come-lo, pois era muito bonito e também não podia deixa-lo como enfeite, pois poderia cair e quebrar-se.
O coelho que estava ao seu lado, disse-lhe: --E se der de presente para uma criança? A Páscoa está chegando e com certeza quem recebe-lo ficará muito feliz.
A idéia é boa, respondeu a velhinha, porém para qual criança? Eu conheço tantas. Ela pensou um pouco e exclamou: --Já sei, vou juntar muitos ovos da galinha carijó e depois de pintá-los vou presentear todas as crianças. Saltitando e feliz, o coelho dizia: -- Eu também vou ajudar a pintar. Assim dito, assim feito.
A galinha carijó botou muitos ovos. A velhinha recolheu-os numa cesta de vime e junto com o coelho branquinho, pintou-os. Ficaram tão bonitos. Multicoloridos. Vermelhos, verdes, azuis, amarelos, roxos. Alguns listrados., outros com bolinhas e até com flores. No domingo de Páscoa, a velhinha os colocou numa bela cesta e o coelho branquinho distribuiu-os para todas as crianças da aldeia.
GOSTEI DESSA IDÉIA.... VOU COLOCAR EM PRÁTICA.







CAIXINHAS MUSICAIS
Nada mais é do que uma caixa de sapato previamente
pintada com guache, bem colorida e dentro dela colocamos alguns personagens feitos com eva daS cantigas que costumamos cantar com eles(ex:
o sapo,a borboleta, joaninha,peixe..)
fizemos os bichinhos em eva, fixamos em palitos de sorvetes e usamos quando
vamos cantar as canções, deixando que eles manuseiem e explorem... eles
adoram.
pintada com guache, bem colorida e dentro dela colocamos alguns personagens feitos com eva daS cantigas que costumamos cantar com eles(ex:
o sapo,a borboleta, joaninha,peixe..)
fizemos os bichinhos em eva, fixamos em palitos de sorvetes e usamos quando
vamos cantar as canções, deixando que eles manuseiem e explorem... eles
adoram.




SERÁ QUE CONSIGO FAZER UMA LINDA ARANHA ASSIM ...RSSS AMEI

eu conheço um jacaré
que gosta de comer
escondam seus olhinhos
senão o jacaré
come seus olhinhos e o
dedão do pé
eu conheço um jacaré
que gosta de comer
escondam suas orelhas
senão o jacaré
come suas orelhas e o
dedão do pé
eu conheço um jacaré
que gosta de comer
esconda sua barriga
senão o jacaré
come sua barrigas e o
dedão do pé
que gosta de comer
escondam seus olhinhos
senão o jacaré
come seus olhinhos e o
dedão do pé
eu conheço um jacaré
que gosta de comer
escondam suas orelhas
senão o jacaré
come suas orelhas e o
dedão do pé
eu conheço um jacaré
que gosta de comer
esconda sua barriga
senão o jacaré
come sua barrigas e o
dedão do pé
A Menina que Não Era Maluquinha
Maluquinha, eu?
Eu não! Não sou nenhuma maluquinha!
Quem me pôs esse apelido foi aquele menino de casacão e panela na cabeça.
Ele me botou esse apelido quando eu fui brincar na casa do Mauricinho.
Eu nem queria ir.
Mas a mãe dele telefonou pra minha mãe, ela disse que o Mauricinho era muito tímido e que ela queria que ele brincasse com umas crianças mais... Não sei o que ela disse, acho que ela queria que ele brincasse com umas crianças mais descoladas...
E aí minha mãe me encheu um pouco e eu acabei indo.
A gente chegou na casa do Mauricinho e foi logo almoçar.
E depois do almoço a mãe dele botou a gente pra fazer a lição.
Eu não me incomodo de fazer lição logo depois do almoço, porque eu fico logo livre.
Mas a mãe do Mauricinho começou a fazer uns discursos sobre responsabilidade e coisa e tal, que a gente já era grandinha e tinha que cumprir com os compromissos... Um saco!
Eu tô careca de saber disso!
E então eu fiz minha lição correndo e o Mauricinho ficou lá toda a vida, ele não acabava mais de fazer a lição dele.
Aí eu comecei a rodar pela casa até que encontrei um gato.
Gato não, gata. Chamava Pom-pom. Ou era Fru-fru... Ou era Bom-Bom, sei lá.
E eu peguei a gata e ela estava meio fedida.
Então eu resolvi dar um banho nela. Gato não gosta de banho, vocês sabem.
Mas meu avô tinha me contado que quando ele queria dar banho no gato ele botava o bicho dentro da banheira e ele não conseguia sair e meu avô dava banho à vontade!
Mauricinho tinha um banheiro dentro do quarto dele.
Quando eu fui chegando perto da banheira a gata arrepiou toda e eu joguei ela bem depressa lá dentro e tapei o ralo e enchi de água.
E esfreguei a gata todinha com um shampoo todo perfumado que tinha lá e eu estava achando que todo mundo ia gostar de ver a gata toda limpinha. A gata estava muito infeliz e ela miava miaaauuu... e tentava sair do banho, mas meu avô tinha razão: ela arranhava a parede da banheira, mas não conseguia sair.
Mas acho que aí caiu shampoo no olho da gata, porque ela deu um pulo e agarrou na minha roupa e conseguiu pular fora e saiu correndo, espalhando espuma de shampoo por todo lado e nisso a mãe do Mauricinho vinha chegando e levou o maior susto e caiu sentada e a gata continuou correndo e assustando todo mundo e respingando tudo de espuma.
Eu não sei quem estava mais assustado: se era o Mauricinho, a mãe dele, a gata, ou se era eu.
Eu corri atrás da gata, mas ela pulou pela janela, atravessou o jardim, saiu pela rua e eu atrás.
Só que no meio da rua estava a turma daquele menino, aquele da panela na cabeça, e a gata passou pelo meio deles todos e eu atrás!
E eles levaram o maior susto, cada um correu para um lado, e atrás de mim vinha a mãe do Mauricinho e o Mauricinho e a cozinheira e o jardineiro todos correndo e gritando e eu resolvi correr para a minha casa e me esconder lá.
Mas no dia seguinte... a escola toda já sabia da história e aquele menino, aquele da panela na cabeça começou a me chamar de maluquinha...
Mas eu não sou maluquinha, não! Só se for a vó dele!
Maluquinha, eu?
Eu não! Não sou nenhuma maluquinha!
Quem me pôs esse apelido foi aquele menino de casacão e panela na cabeça.
Ele me botou esse apelido quando eu fui brincar na casa do Mauricinho.
Eu nem queria ir.
Mas a mãe dele telefonou pra minha mãe, ela disse que o Mauricinho era muito tímido e que ela queria que ele brincasse com umas crianças mais... Não sei o que ela disse, acho que ela queria que ele brincasse com umas crianças mais descoladas...
E aí minha mãe me encheu um pouco e eu acabei indo.
A gente chegou na casa do Mauricinho e foi logo almoçar.
E depois do almoço a mãe dele botou a gente pra fazer a lição.
Eu não me incomodo de fazer lição logo depois do almoço, porque eu fico logo livre.
Mas a mãe do Mauricinho começou a fazer uns discursos sobre responsabilidade e coisa e tal, que a gente já era grandinha e tinha que cumprir com os compromissos... Um saco!
Eu tô careca de saber disso!
E então eu fiz minha lição correndo e o Mauricinho ficou lá toda a vida, ele não acabava mais de fazer a lição dele.
Aí eu comecei a rodar pela casa até que encontrei um gato.
Gato não, gata. Chamava Pom-pom. Ou era Fru-fru... Ou era Bom-Bom, sei lá.
E eu peguei a gata e ela estava meio fedida.
Então eu resolvi dar um banho nela. Gato não gosta de banho, vocês sabem.
Mas meu avô tinha me contado que quando ele queria dar banho no gato ele botava o bicho dentro da banheira e ele não conseguia sair e meu avô dava banho à vontade!
Mauricinho tinha um banheiro dentro do quarto dele.
Quando eu fui chegando perto da banheira a gata arrepiou toda e eu joguei ela bem depressa lá dentro e tapei o ralo e enchi de água.
E esfreguei a gata todinha com um shampoo todo perfumado que tinha lá e eu estava achando que todo mundo ia gostar de ver a gata toda limpinha. A gata estava muito infeliz e ela miava miaaauuu... e tentava sair do banho, mas meu avô tinha razão: ela arranhava a parede da banheira, mas não conseguia sair.
Mas acho que aí caiu shampoo no olho da gata, porque ela deu um pulo e agarrou na minha roupa e conseguiu pular fora e saiu correndo, espalhando espuma de shampoo por todo lado e nisso a mãe do Mauricinho vinha chegando e levou o maior susto e caiu sentada e a gata continuou correndo e assustando todo mundo e respingando tudo de espuma.
Eu não sei quem estava mais assustado: se era o Mauricinho, a mãe dele, a gata, ou se era eu.
Eu corri atrás da gata, mas ela pulou pela janela, atravessou o jardim, saiu pela rua e eu atrás.
Só que no meio da rua estava a turma daquele menino, aquele da panela na cabeça, e a gata passou pelo meio deles todos e eu atrás!
E eles levaram o maior susto, cada um correu para um lado, e atrás de mim vinha a mãe do Mauricinho e o Mauricinho e a cozinheira e o jardineiro todos correndo e gritando e eu resolvi correr para a minha casa e me esconder lá.
Mas no dia seguinte... a escola toda já sabia da história e aquele menino, aquele da panela na cabeça começou a me chamar de maluquinha...
Mas eu não sou maluquinha, não! Só se for a vó dele!
terça-feira, 22 de março de 2011
Tua caminhada ainda não terminou....
A realidade te acolhe
dizendo que pela frente
o horizonte da vida necessita
de tuas palavras
e do teu silêncio.
Se amanhã sentires saudades,
lembra-te da fantasia e
sonha com tua próxima vitória.
Vitória que todas as armas do mundo
jamais conseguirão obter,
porque é uma vitória que surge da paz
e não do ressentimento.
É certo que irás encontrar situações
tempestuosas novamente,
mas haverá de ver sempre
o lado bom da chuva que cai
e não a faceta do raio que destrói.
Tu és jovem.
Atender a quem te chama é belo,
lutar por quem te rejeita
é quase chegar a perfeição.
A juventude precisa de sonhos
e se nutrir de lembranças,
assim como o leito dos rios
precisa da água que rola
e o coração necessita de afeto.
Não faças do amanhã
o sinônimo de nunca,
nem o ontem te seja o mesmo
que nunca mais.
Teus passos ficaram.
Olhes para trás...
mas vá em frente
pois há muitos que precisam
que chegues para poderem seguir-te.
A realidade te acolhe
dizendo que pela frente
o horizonte da vida necessita
de tuas palavras
e do teu silêncio.
Se amanhã sentires saudades,
lembra-te da fantasia e
sonha com tua próxima vitória.
Vitória que todas as armas do mundo
jamais conseguirão obter,
porque é uma vitória que surge da paz
e não do ressentimento.
É certo que irás encontrar situações
tempestuosas novamente,
mas haverá de ver sempre
o lado bom da chuva que cai
e não a faceta do raio que destrói.
Tu és jovem.
Atender a quem te chama é belo,
lutar por quem te rejeita
é quase chegar a perfeição.
A juventude precisa de sonhos
e se nutrir de lembranças,
assim como o leito dos rios
precisa da água que rola
e o coração necessita de afeto.
Não faças do amanhã
o sinônimo de nunca,
nem o ontem te seja o mesmo
que nunca mais.
Teus passos ficaram.
Olhes para trás...
mas vá em frente
pois há muitos que precisam
que chegues para poderem seguir-te.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Escola é
... o lugar que se faz amigos.
Não se trata só de prédios, salas, quadros,
Programas, horários, conceitos...
Escola é sobretudo, gente
Gente que trabalha, que estuda
Que alegra, se conhece, se estima.
O Diretor é gente,
O coordenador é gente,
O professor é gente,
O aluno é gente,
Cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhor
Na medida em que cada um se comporte
Como colega, amigo, irmão.
Nada de “ilha cercada de gente por todos os lados”
Nada de conviver com as pessoas e depois,
Descobrir que não tem amizade a ninguém.
Nada de ser como tijolo que forma a parede,Indiferente, frio, só.
Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar,
É também criar laços de amizade,É criar ambiente de camaradagem,
É conviver, é se “amarrar nela”!
Ora é lógico...
Numa escola assim vai ser fácil!Estudar, trabalhar, crescer,
Fazer amigos, educar-se, ser feliz.
É por aqui que podemos começar a melhorar o mundo.
(Paulo Freire)
(Paulo Freire)
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Senhores pais, observem abaixo alguma dicas para o processo de adaptação:
- 1 - A escola deve ser uma extensão da casa da criança, tanto para ela quanto para os pais. Se os pais se sentem seguros como se estivessem em suas casas, certamente deixarão seus filhos na escola e irão trabalhar tranquilos. Por isso, é importante que a escolha da escola seja uma decisão bem pensada.
- 2 - Os pais devem preparar a criança para vir para a escola, mas não devem se alongar nas explicações a fim de evitar desconfianças.
- 3 - Os pais devem ter consciência de que a adaptação é dolorida, mas é bastante rápida.
- 4 - A criança constrói vínculos e por isso costuma querer trazer consigo uma fraldinha, um paninho, a chupeta etc, como uma forma de manter-se ligada com o seu ambiente familiar. E como ela vai estar mudando de ambiente, é interessante não expô-la a muitas mudanças tipo trocar de quarto, de mobília, viagens ou expô-la à tristeza do falecimento de um ente próximo.
- 5 - Quando a mãe entrega a criança na escola, frequentemente elas choram e isso não quer dizer que ela não queira ficar.
- 6 - A recíproca também é verdadeira, a fato da criança não chorar não significa que ela não esteja sentindo a adaptação. O importante é não forçar e ter bastante paciência deixando-a adaptar-se no seu tempo.
- 7 - É muito importante evitar que a criança presencie comentários sobre o seu processo de adaptação e nunca faça comparações com o processo de adaptação de outras crianças.
- 8 - Outro ponto importante é evitar que a educadora retire a criança do colo da mãe. O melhor é que a mãe coloque a criança no chão e a incentive a entrar na escola na companhia da educadora; A educadora até pode pegar a criança do chão para colocar em seu colo, mas nunca deve pegar diretamente do colo da mãe.
- 9 - A sinceridade é muito importante para manter o vínculo de confiança, por isso, nunca saia escondido, despeça-se naturalmente.
- 10 - A Educativa não permite que os pais fiquem dentro das salas de aula ou nos espaços internos porque isto dificulta o processo de adaptação já que a criança fica impossibilitada de entender a separação temporária e faz com que as demais crianças passem a cobrar a presença de seus pais.
- 11 - Os pais devem vir para a primeira reunião do ano para conhecer a educadora e passar a incentivar o filho a procurá-la para facilitar a construção de vínculos.
- 12 - É importante os pais conversarem com a criança sobre a necessidade da educadora dividir a sua atenção com os coleguinhas.
- 13 - A confiança dos pais na escola é um sentimento positivo que certamente é passado para a criança no processo de adaptação, por isso é muito importante pesquisar a instituição antes de efetuar a matrícula.
- 14 - Cada criança tem um período individual e único de adaptação. Há aquelas que choram no primeiro dia, as que não choram e as que exploram a escola durante a primeira semana por tudo ser novidade e na semana seguinte não querem mais voltar, gerando uma desconfiança nos pais sobre o que pode ter acontecido para esta mudança de comportamento.
- 15 - Interrogar a criança sobre o seu dia na escola pode transmitir um sentimento de insegurança. Deixe-a falar com naturalidade e a incentive quando assim começar.
- 16 - Poderão ocorrer algumas regressões de comportamento durante o período de adaptação, assim como alguns sintomas psicossomáticos (febre, vômitos etc.).
- 17 - É comum surgir simultaneamente a necessidade de segurança e o desejo de independência. Ao mesmo tempo que ela se sente insegura ela quer fazer as coisas sozinha.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
domingo, 9 de janeiro de 2011
Os três pilares do emprego ideal
A satisfação de cada um em seu trabalho é algo de extrema importância. Passamos a maior parte da vida em nosso trabalho. Enfrentar esta jornada como se fosse um suplício é desumano, além de gerar stress e outras conseqüências desagradáveis que podem escalar até para doenças. O que torna nosso trabalho agradável e motivador? O que nos faz acordar cada dia e rumar de maneira entusiasmada para mais um dia a frente de nossas funções?Existem 3 pilares que definem nosso nível de satisfação no trabalho. São eles a realização, o reconhecimento e a remuneração. A realização pressupõe que o profissional saiba exatamente quais são seus desafios ou metas. Conhecer as metas, trabalhar para alcançá-las e finalmente superá-las traz um grande prazer pela conquista, chamada também de realização. Esta superação ou realização precisa ser claramente reconhecida pelos superiores de forma a “tornar oficial” ou materializar aquela realização dentro da empresa. E por fim, um conjunto de realizações ou superações ao longo do tempo mostra um profissional competente na realização de seu trabalho. E todo profissional competente merece uma remuneração adequada às suas realizações – obviamente uma remuneração dentro do valor de mercado para a função.
Se sua satisfação estiver alta, ótimo. Caso contrário procure avaliar o que não está adequado em sua função atual. Sei que é desafiador e muitas vezes difícil trocar de emprego com facilidade, ainda mais para um desafio maior ou melhor. Porém a persistência é fundamental na busca de nossa felicidade profissional.
trecho retirado do blog http://seuproximoemprego.blog.uol.com.br/
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Educar
Educar é viajar pelo mundo do outro sem nunca penetrar nele. É usar o que passamos para nos transformar no que somos.O melhor educador não é o que controla, mas o que liberta. Não é o que aponta os erros, mas o que os previne. Não é o que corrige comportamentos, mas o que ensina a refletir. Não é o que enxerga o que é tangível aos olhos, mas o que vê o invisível. Não é o que desiste facilmente, mas o que estimula sempre a começar de novo.
O excelente educador abraça quando todos rejeitam, anima quando todos condenam, aplaude os que jamais subiram no pódio, vibra com a coragem de disputar dos que ficaram nos últimos lugares. Não procura o seu próprio brilho, mas se faz pequeno para tornar seus filhos, alunos e colegas de trabalho grandes.
O excelente mestre não é o que mais sabe, mas o que mais tem consciência do quanto não sabe. Não é o viciado em ensinar, mas o mais ávido em aprender. Não é o que declara os seus acertos, mas o que reconhece suas próprias falhas. Não é o que deposita informações na memória, mas o que expande a maneira de ver, de reagir e de ser.
Que o maior de todos os mestres e educadores, Jesus Cristo, nos inspire a sermos excelentes educadores e mestres.
CURY, Augusto. Maria, a maior educadora da história. In: Introdução
O SAPATO
Um dia um homem enquanto subia num ônibus um de seus sapatos escorregou para o lado de fora. A porta se fechou e o ônibus saiu; então ficou impossível recuperá-lo.
O homem tranqüilamente retirou seu outro sapato e jogou-o pela janela.
Um rapaz no ônibus, vendo o que aconteceu e não podendo ajudar ao homem, perguntou: – Notei o que o senhor fez. Por que jogou fora seu outro sapato?
O homem respondeu: – De forma que quem o encontrar seja capaz de usá-los. Provavelmente apenas alguém necessitado dará importância a um sapato usado encontrado na rua. E de nada lhe adiantará apenas um pé de sapato.
O homem mostrou ao jovem que não vale a pena agarrar-se a algo simplesmente para possuí-lo e nem porque você não deseja que outro o tenha.
Perdemos coisas o tempo todo. A perda pode nos parecer penosa e injusta inicialmente, mas a perda só acontece de modo que mudanças, na maioria das vezes positivas, possam ocorrer em nossa vida.
Acumular posses não nos faz melhores e nem faz o mundo melhor. Todos temos que decidir constantemente se algumas coisas devem manter seu curso em nossa vida ou se estariam melhor com outros.
domingo, 26 de dezembro de 2010
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
FINAL DE ANO
2010
Esse ano foi para mim muito melhor do que 2009.Consegui lentamente ir me levantando, me superando dia após dia, gostaria de ter realizado algumas coisas que não foi possível, mas muitas outras com a graça de Deus foram alcançadas.
Só tenho que agradecer a Jesus Cristo por me dar saúde, saúde a minha filha e minha família, sabedoria com meus alunos.
Espero que os erros que cometi sejam corrigidos, que tenha força para continuar a luta da VIDA, com paz, amor...e felicidade, eu sei o meu valor, sei o quanto sou esforçada e batalhadora e a Vitória chega para que tem fé.
Tu me farás conhecer a vereda da vida; na tua presença há plenitude de alegria; à tua mão direita há delícias perpetuamente.Salmo 16
A Sementinha Aline Barros
O semeador saiu a semear
Lançou a sementinha para a terra cultivar
Um pouco da semente caiu pelo caminho
Vieram os passarinhos, começaram a ciscar
Xô, xô, xô, xô passarinho!
Deixa a sementinha para a terra cultivar
Xô, xô, xô, xô passarinho!
Deixa a sementinha para a terra cultivar
Um tanto de sementes caiu entre as pedrinhas
Ficaram tão fraquinhas e morreram no calor
Uma outra parte caiu entre os espinhos
E foram sufocadas, espetadas. Que horror!
Ufa, ufa, ufa! Que sol escaldante!
Minha sementinha foi ele quem secou
Ufa, ufa, ufa! Que espinho petulante!
A minha sementinha espetou e sufocou
Então, o semeador lançou em boa terra
E, enfim, a sementinha conseguiu frutificar
Depois multiplicou, formando um pomar
E o Semeador, então, pôde se alegrar
Tum, tum, tum, o seu coraçãozinho
É a boa terra pra semente florescer,
Tum, tum, tum, Jesus lança a semente,
Mas só frutifica se de fato você crer
O semeador saiu a semear
Lançou a sementinha para a terra cultivar
Um pouco da semente caiu pelo caminho
Vieram os passarinhos, começaram a ciscar
Xô, xô, xô, xô passarinho!
Deixa a sementinha para a terra cultivar
Xô, xô, xô, xô passarinho!
Deixa a sementinha para a terra cultivar
Um tanto de sementes caiu entre as pedrinhas
Ficaram tão fraquinhas e morreram no calor
Uma outra parte caiu entre os espinhos
E foram sufocadas, espetadas. Que horror!
Ufa, ufa, ufa! Que sol escaldante!
Minha sementinha foi ele quem secou
Ufa, ufa, ufa! Que espinho petulante!
A minha sementinha espetou e sufocou
Então, o semeador lançou em boa terra
E, enfim, a sementinha conseguiu frutificar
Depois multiplicou, formando um pomar
E o Semeador, então, pôde se alegrar
Tum, tum, tum, o seu coraçãozinho
É a boa terra pra semente florescer,
Tum, tum, tum, Jesus lança a semente,
Mas só frutifica se de fato você crer
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